É, no fim, o que nos resta

É alegre, triste, intenso, frágil, nítido, real; é o quente e o frio. É aquilo que se basta nele mesmo. É verdadeiro, livre de convenções, livre de jurados e julgadores.

É, no fim, o que nos resta: uma construção forte contra as tempestades, imune ao tempo que, inevitavelmente, passa e deixa seus rastros, deixas suas marcas, deixa a experiência, a segurança.

É, no fim, um trabalho de duas almas preocupadas. De duas almas que, lado a lado, dividem um mesmo espaço na existência.

É, no fim, o que nos resta: um amor em que duas pessoas compartilham uma paixão de buscar uma verdade mais elevada, uma unanimidade: a vida.

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