O velho e o mar

Provavelmente a obra mais aclamada do Sr. Ernest Hemingway, a primeira que li, e que logo me espantou tamanha sua simplicidade e elegância. Uma verdadeira obra de arte que rendeu ao autor o prêmio Nobel da literatura no ano de 1954.

Escrita em Cuba em 1951, Hemingway conta a história do velho pescador Santiago, que vive uma péssima fase em seu ofício, não consegue pescar nenhum peixe há quase três meses.

Na manhã do 85º dia de sua maré de azar, Santiago entra sozinho em sua pequena canoa e segue em direção ao oceano mais um vez. Um enorme peixe morde seu anzol e o velho trava uma intensa batalha contra a natureza e contra seus próprios limites.

O embate dura dias e Hemingway, por meio dos solitários diálogos do protagonista com sua própria consciência (e às vezes com o peixe, com a lua, com o sol, com os pássaros), nos dá valiosas lições sobre a natureza (humana e não-humana), perseverança, coragem e superação. É impossível terminar a história de Santiago sem se emocionar com a força do velho.

Aproveitando, para aqueles que já leram ou que ainda lerão o livro, fica aqui o link de uma excelente animação de Alexander Petrov sobre a obra de Hemingway (indicação da Gabriela Coresma, muito obrigado!), o curta tem um visual magnífico e retrata bem (ainda que rapidamente) a atmosfera que Hemingway cria durante sua narrativa (mas é claro: não substitui a experiência da leitura, complementa).

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2 comentários sobre “O velho e o mar

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