Experimente: Porcupine Tree

Ano passado, em uma das minhas aulas com meu guru da bateria, Mestre Christiano Rocha (conheça: http://www.christianorocha.com), fui apresentado à banda inglesa Porcupine Tree. Ouvi apenas um groove do baterista Gavin Harrison (que assumiu o posto a partir de 2002) em ação com a banda e foi suficiente, a partir desse momento me interessei em ouvir todos os álbuns e assistir todos os shows ao vivo disponíveis.

A banda me encantou pela criatividade e simplicidade em algumas músicas (coisa que no “nicho” do rock progressivo é raro), prezando muito mais pela musicalidade e pelo conjunto da obra, do que para a técnica, para a “fritação” característica de alguns progs (não todos, claro).

Gavin Harrison, o baterista, culpado pela minha recente fixação pela banda, tem performances incríveis ao vivo, esbanjando bom gosto e técnica (utilizada com moderação em alguns sons, o famoso “menos é mais”, na prática), e muita, MAS MUITA, criatividade atrás do seu kit, o que me chamou a atenção tanto para a sua forma de tocar quanto para a obra da banda, idealizada desde 1987 pelo vocalista Steven Wilson.

É rock? É metal? É pseudo-alternativo-merengue-punk-psicodelic-ijexá? Não sei. Arte não se rotula, ela é o que é; é o que soar aos seus ouvidos Então me limito a dizer que pessoas que gostam de rock progressivo e psicodélico, e também de um som mais pesado, provavelmente vão gostar.

Além disso, recomendo a experiência de desvendar as letras do vocalista Steven Wilson, líder do grupo, as letras são interessantíssimas, complexas, cheias de significados.

O Porcupine Tree lançou seu primeiro álbum “On The Sunday Life” em 1991 (só fui conhecer em 2012, merda!), e está em atividade até hoje, com 16 albúns lançados, entre álbuns de estúdio, ao vivo e compilações especiais. Mais informações no site oficial: www.porcupinetree.com

Agora, vamos ao que realmente interessa, a música:

Primeiro, a minha preferida, do álbum “In Absentia”, tocada ao vivo no DVD “Arriving Somewhere” de 2005, com vocês, “Blackest Eyes”:

Do mesmo DVD, a faixa “Open Car”, do álbum “Deadwing” de 2005:

A música “Deadwing”, do álbum homônimo, versão de estúdio:

Agora, um som um pouco mais popular, mais calmo… e mais sombrio também, do álbum “Fear of a Blank Plant”, tocada ao vivo no DVD “Anesthetize” de 2010, a música se chama “Way Out Of Here”:

Outra mais tranquila, a faixa “Lazarus”, do álbum “Deadwing”, tocada ao vivo no DVD “Arriving Somewhere”:

Clipe de “Time Flies”, música do último álbum lançado, “The Incident” de 2009:

Por último, Gavin Harrison tocando uma versão de “Futile” do álbum de mesmo nome, mas em um arranjo jazzístico de big band sensacional, segue abaixo a versão jazz e a versão original:

Obs: Notem que ele está fazendo uma masterclass de bateria em uma igreja, na Inglaterra. Será que aqui no Brasil abririam as igrejas para eventos de arte e cultura deste tipo (desvinculados da cena gospel)? Será? Hm…

Versão Big Band com Gavin Harrison:

Versão original ao vivo:

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