Equitativo

Indefinido. Como tal, se põe à prova. Questiona, luta, perde, perde, e perde. Ganha, e aceita! E tenta… Se ilude facilmente. Tenta, então, definir. Chega a dar forma ao amorfo, que dádiva! Que forma! E que curvas! Que solidez! Concretude do disforme.

Mas não é. Esse indefinido que se põe à prova: tão tolo, ingênuo, utópico. Mentiroso. Sua mente se assemelha a uma cria de Dalí, só um olhar fixo e tudo se dissolve; já não é igual. E com tal rapidez, que tudo se passa de forma imperceptível. A mudança, a dissolução do real, é imperceptível. O indefinido, é romântico e surreal, é sinônimo. Indefinindo as consequências quando se põe à prova.

A Face da Guerra, Salvador Dali

“A Face da Guerra”, de Salvador Dalí

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