A dúvida da incerteza cotidiana

E o tempo passa. Por mais que não nos sintamos completamente frustrados, também não nos sentimos satisfeitos. As semanas terminam e começam, os dias passam devagar e rápido. Sempre o desejo por mais se renova, sempre a vontade do desconhecido nos consome! Como almejar algo que não conhecemos? Como, então, não almejar? Como se satisfazer? Como, então, não se satisfazer? Como ignorar? Deixar de lado as ambições, deixar de lado as incertezas. Trocar o duvidoso pelo certo? As dúvidas inquietam a mente, multiplicam as possibilidades, colocam pontos de interrogação em todas as frases, até naquelas mais comuns, nas frases certas. As dúvidas tiram o sono, confundem todo e qualquer entendimento que acreditávamos ser imutável. Resta mudar, conhecer, sofrer… sofrer muito! O comum, o seguro, já não é levado em conta. Nós queremos o extraordinário!

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