7 de Copas

Tu sabes que pensei em ti hoje, como creio que também lembraste de mim…

Afinal 7 não é apenas o quarto número primo, tampouco só o número de maravilhas do mundo antigo, de mares, dos anões de Branca, dos sábios gregos, das pragas do Egito, das cores do Arco-íris, das notas musicais, dos livros do Harry Potter, dos dias da semana, das vidas do gato ou dos pecados capitais.

7 é também a ingenuidade de XVI quando se sofre aos XXIII. Ou a tristeza de 7 quando Sete não é mais VII.

Já que VII era amável, é doce, e foi sincero. E onde Sete é  cruel, é pesado e possui carga. Carga que machuca quando imposta ao coração, colada com a cola das mais fortes desse mundo, que sufoca, afaga e não permite a distância, mesmo que ele já não a queira mais… assim como Sete se subtraiu de VII para se tornar zero.

Pois olhando do zero, Sete é um número distante, muito depois dos pares. Que de tantos os pesares se apresenta hoje somente como 7, que incapaz de encontrar outro 7 para formar 14, vaga a desejar pela procura de um par.

Tá, mas e Copas?

Copas morreu, parceiro! Se finou entre os 6 e 7. Afinal ninguém jamais saberá o que se passou durante aquele 1. Capaz de tornar VII em Sete e AMOR em ROMA e ROMA em AMOR para então tornar AMOR em OMAR e em MARO até se findar em OMRA. ARMO. ORMA e AMRO e aquilo que ninguém mais consegue ler… pois já não se enxerga mais.

Pois 7 é impar e talvez hoje, muito mais ímpar do que nunca…

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