O caminho

Existe um momento, um único e crucial instante em que você entende que terá de escolher qual será sua subsistência, com o que alimentará sua força para levantar todos os dias da cama.

Apesar de não saber precisar exatamente a hora em que essa “revelação” nos é feita por nós mesmos, sou categórico ao afirmar que temos duas opções: fortalecer o corpo ou a mente.

Pode até parecer, a princípio, que é possível administrar ambos ao mesmo tempo. Não é. Na verdade, é impossível. Se tomarmos como meta a integridade, o ser inteiro, é preciso ter absoluta dedicação.

Nenhum dos maiores atletas do mundo deve ter estudado filosofia, psicologia, antropologia, história ou astronomia. Me tome como preconceituoso se quiser, mas é a verdade. Assim como Newton provavelmente não conseguia correr duas quadras sem ter um infarto.

Não é questão, afinal, de falta de interesse. É questão de interesse demasiado. Não é que Jordan não gostasse de engenharia. É que ele gostava demais de basquete! E, por não se distrair com vetores e planos cartesianos, se tornou o melhor do mundo no esporte. Simples assim.

Eis que a mesma encruzilhada nos atinge também, os meros mortais. Cada um de nós precisa definir a sua sina, a espinha dorsal da própria vida.

E bom, com essas minha saúde e disposição sexagenárias, acho que já não há dúvida sobre qual caminho escolhi. Qual é o seu?

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