Os tais direitos humanos

Que tal tirar um tempinho para ler 13 páginas de bom senso? Pois foi isso que eu fiz (obrigado pela indicação, Ricardo!) e estou aqui para convecê-lo a fazer o mesmo.

O artigo que vou deixar é de Teresa Caldeira, doutora em Antropologia e pesquisadora do Cebrap (Centro Brasileiro de Análise e Planejamento). O título é “Direitos humanos ou ‘privilégios de bandidos’? – Desventuras da democratização brasileira”.

Agora, de forma breve: por que vale a pena ler? Em primeiro, o texto é uma porta de entrada para começar a entender como chegamos ao atual (e tenebroso) panorama político-social a respeito dos direitos humanos. É didático, te leva na raiz do problema e mostra os degraus que subimos (ou descemos?) para chegar até aqui.

Segundo – e mais importante: o artigo foi publicado há 23 anos. E continua tão atual que quase pensei que a autora pudesse ter algum dom mediúnico. Veja bem: em 1991, ela já falava dos “justiceiros” e dos “rolezinhos” (esse segundo com outro nome, claro). É assustador. Em mais de duas décadas, nada mudou. Se mudou, não foi para melhor.

Dedique uma horinha às palavras abaixo. Ainda mais se você for do tipo de pessoa que sai bradando por aí que “bandido bom é bandido morto”. Aí, meu amigo, é que você tinha que ser obrigado mesmo a ler.

Artigo – Teresa Caldeira

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