Classe média

Procrastinando pelo YouTube (um de meus passatempos favoritos), achei a música abaixo. Logo me invadiram a saudade, a alegria e o desânimo. Explico.

Saudade pois conheci esse som quando adolescente. Foi-me apresentado pelo meu inesquecível mestre Juca Santos, então professor de História Geral e Filosofia no colégio. O ano era 2004 ou 2005. É de se imaginar, portanto, que com aquela idade eu não dei muita importância para Max Gonzaga. Achei até interessante, mas não sabia com que tipo de mensagem estava lidando. Só viria a compreendê-la anos mais tarde.

Alegria porque a letra é primorosa, e a melodia fantástica. Não poderia haver melhor conjunto. Além disso, também me pus feliz ao notar que meu entendimento acerca do(s) significado(s) da música é enfim pleno. Agora posso digerir tudo isso. Agora enxergo.

E o desânimo? Ora, ele quase poderia ser colocado junto da alegria, num só item: “Alegria & desânimo”! Afinal, se hoje tudo me é claro, não posso me furtar de me sentir desolado, de ver tais comportamentos estampados em toda parte, em rostos conhecidos inclusive.

Minha esperança (utópica, bem sei) é de que um dia eu possa ouvir essa música e ter apenas os dois primeiros sentimentos.

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