Sem título

Palavras no papel já não mais expressam a falta que tu me fazes, palavras ao vento não te chegam aos ouvidos, e me resta a saudade que vagarosa me dilacera por dentro.

Pensei ter te dito, na aurora daquele dia, tudo que sentia ante teus verdes olhos que me roubavam a voz. E hoje, a cada crepúsculo iminente, a cada brisa mansa que mais parece tua voz a sussurrar, percebo que tinha mais a dizer.

Mas quem de antemão espera os revezes do futuro? Minh’alma padece e a carne não a espelha, mas bem gostaria eu que assim fosse.

Escrito em 2007Para ver mais textos produzidos antes da criação deste blog, use a tag “arquivo”.

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